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	<title>Dharmatech &#187; Notícias</title>
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	<description>Tecnologia da Informação</description>
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		<title>Empresas reduzem uso de papel</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 17:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Escritórios investem na circulação digital de informações em prol da economia financeira e de recursos naturais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><span style="color: #779100;"><strong><a href="http://www.dharmatech.com.br/site/noticias/empresas-reduzem-uso-de-papel/attachment/man-relaxing-behind-stack-of-documents/" rel="attachment wp-att-1241"><img class="alignleft size-medium wp-image-1241" title="Man Relaxing Behind Stack of Documents" src="http://www.dharmatech.com.br/site/wp-content/uploads/papel-186x280.jpg" alt="" width="186" height="280" /></a>Você vai imprimir um documento?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Então, pense de novo. A ideia de que é preciso conter os desperdícios em prol da economia de recursos naturais ganha espaço, mas exige esforços e mudanças culturais. Iniciativas que visam a reduzir o consumo de papel promovem alterações que já começam a ser percebidas nos escritórios: menos armários para arquivos e mais circulação digital de informações.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproximadamente 35% das empresas norte-americanas adotaram medidas efetivas para a redução do uso de papel, aponta um levantamento elaborado pela <strong>AIIM,</strong> organização não governamental que reúne profissionais de informação. De acordo com <strong>Jorge Edison Ribeiro, especialista em gestão de processos</strong>, ainda não há um estudo preciso sobre os hábitos de consumo de papel no ambiente corporativo no Brasil, mas ele percebe uma proporção semelhante à estadunidense nos escritórios em Curitiba.</p>
<div>
<div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #779100;"><strong>Sugestões</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não há motivo para abolir o papel. Ele é útil e necessário. Basta evitar o desperdício. Veja alguns entraves e também algumas recomendações para o uso mais racional e adaptado ao mundo cibernético:</p>
<p><span style="color: #779100;"><strong>Principais erros</strong></span></p>
<p><strong>- Imprimir desnecessariamente</strong></p>
<p><strong>- Exigir documentos em papel</strong></p>
<p><strong>- Acreditar que só a guarda física é segura e eficiente</strong></p>
<p><span style="color: #779100;"><strong>Vantagens</strong></span></p>
<p><strong>- Redução de uso de matérias-primas (como madeira), de energia, água e de produtos químicos utilizados no processo de produção de papel, além da diminuição no gasto de combustível envolvido na logística e nas despesas de entrega</strong></p>
<p><strong>- Os arquivos digitais têm sistema de procura. Basta digitar uma palavra ou parte dela para encontrar um documento. Nada de ficar procurando documentos em uma pilha de papel</strong></p>
<p><strong>- A empresa vai dispor de mais espaço livre (ou vai poder, por exemplo, alugar uma sala comercial menor) se não precisar armazenar tanto papel</strong></p>
<p><strong>- Economia com móveis de arquivo</strong></p>
<p><strong>- Agilidade operacional</strong></p>
<p><strong>- Acesso remoto</strong></p>
<p><strong>- Ao longo do tempo, diminui custos</strong></p>
<p><strong><span style="color: #779100;">Dificuldades</span></strong></p>
<p><strong>- Disciplina no armazenamento de dados</strong></p>
<p><strong>- Compra de equipamentos e softwares</strong></p>
<p><strong>- Treinamento de pessoal e insistência para alcançar resultados</strong></p>
<p><strong>- Exigências da legislação sobre a guarda de documentos físicos</strong></p>
<p><strong><span style="color: #779100;">Dicas</span></strong></p>
<p><strong>- Procure um sistema eletrônico de controle de documentos. Há softwares gratuitos para pequenas empresas</strong></p>
<p><strong>- Incentive o uso da rede de internet interna (intranet)</strong></p>
<p><strong>- Faça blocos de rascunho com papel que possa ser reaproveitado</strong></p>
<p><strong>- Quando a impressão for indispensável, use os dois lados da folha</strong></p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #779100;"><strong>  <a href="http://www.dharmatech.com.br/site/noticias/empresas-reduzem-uso-de-papel/attachment/meio-ambiente/" rel="attachment wp-att-1250"><img class=" wp-image-1250 alignleft" title="meio ambiente" src="http://www.dharmatech.com.br/site/wp-content/uploads/meio-ambiente-419x280.jpg" alt="" width="377" height="252" /></a></strong></span><strong style="color: #779100;">12 árvores</strong></p>
<p style="text-align: justify;">São necessárias para produzir uma tonelada de papel. Também são usados muitos produtos químicos. E apenas 37% do que é produzido é reciclado.</p>
</div>
<div>
<p><strong><span style="color: #779100;">540 mil litros</span></strong></p>
<p>de água, em média, são destinados à produção de uma tonelada de papel. Há também o gasto de combustível nas etapas de transporte.</p>
</div>
<div>
<p><strong><span style="color: #779100;">44 quilos</span></strong></p>
<p>de papel são consumidos anualmente pelo brasileiro. Praticamente uma árvore por habitante. Nos Estados Unidos, o gasto per capita é de 200 quilos de papel por ano.</p>
</div>
</div>
<p><strong>Ribeiro</strong> destaca que, num mundo tão digital, muito papel ainda está sendo desperdiçado por falta de costume em lidar com novas práticas no cotidiano de trabalho. Assim, 45% dos documentos que são escaneados acabam sendo impressos. Muitas pessoas ainda se sentem mais confortáveis com o documento em meio físico ou sofrem da síndrome de São Tomé: precisam tocar para acreditar.</p>
<p><em><strong>“O que freia o processo de redução de uso de papel é a falta do conhecimento das tecnologias existentes”</strong></em>, aponta Ribeiro.</p>
<p>Segundo ele, é preciso vencer a desconfiança sobre o arquivamento digital. Sistemas de senhas de diferentes níveis de acesso e espelhamentos (backups) são estratégias para garantir que os documentos das empresas estão seguros. <strong>Ribeiro </strong>lembra que perder arquivos em papel, por incêndio, deterioração ou extravio, é uma possibilidade que muitas vezes é ignorada. “A pessoa guarda e nunca mais usa o documento de forma eficiente”, salienta Ribeiro.</p>
<p>O especialista comenta que órgãos públicos estão na dianteira no processo de informatização. O abandono do formulário físico de declarações de Imposto de Renda e iniciativas para notas fiscais eletrônicas e processos judiciais em meio digital são exemplos. É preciso investir em equipamentos e programas de computação, treinar os funcionários e investir em campanhas de conscientização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #779100;"><big><strong><a href="http://www.dharmatech.com.br/site/noticias/empresas-reduzem-uso-de-papel/attachment/mesa-2/" rel="attachment wp-att-1256"><img class="alignleft size-full wp-image-1256" title="mesa" src="http://www.dharmatech.com.br/site/wp-content/uploads/mesa1.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Comodismo e falta de conhecimento  </strong></big></span></p>
<p style="text-align: justify;">Desconhecimento e comodismo são as principais barreiras para que empresários adotem práticas ambientalmente mais responsáveis, defende Cristiane Baluta, coordenadora de Meio Ambiente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha em Curitiba. Ela defende que empresas de qualquer tamanho têm espaço para adotar medidas de restrição de desperdício de papel. “Ainda falta confiança do empresariado nos sistemas digitais”, comenta. Mas a desconfiança estaria minguando. Cristiane conta que os empresários estão cada vez mais procurando consultorias para aplicar práticas sustentáveis ao ambiente de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a coordenadora, o primeiro passo para reduzir desperdícios é fazer uma análise de todo o processo de consumo de materiais de expediente. Além da economia de recursos ambientais, como árvores que deixarão de ser cortadas ou espaço de armazenagem que não será mais necessário, o gestor deve ficar atento às possibilidades de redução de despesas e de ganhos de operacionalidade no trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #779100;"><big><strong>Digitalização ajuda ambiente e diminui custos</strong></big></span></p>
<p style="text-align: justify;">As empresas que investem em sistemas de automação, armazenamento digital e redução de desperdício de papel comprometem menos o meio ambiente e ainda economizam dinheiro. Só em 2011, a operadora de planos de saúde Amil deixou de gastar R$ 6,2 milhões em folhas de sulfite. Em comparação com o volume consumido em anos anteriores, foram 72,9 milhões de folhas do tamanho A4 a menos. A quantidade de papéis caiu 30%. O processo de digitalização, chamado de Paperless, está em curso há quatro anos e envolve funcionários, clientes e fornecedores.</p>
<p style="text-align: justify;">Odete Freitas, diretora de Sustentabilidade, explica que a burocracia envolvida em uma empresa de saúde é grande. <strong><em>“Não dá para abrir mão de alguns documentos em papel, em função de questões de lei”</em></strong>, diz. Mas algumas medidas foram facilmente substituídas. O livro de médicos e serviços credenciados, que era entregue a cada novo usuário, foi substituído por uma lista na internet.<em><strong> “Até a atualização é mais prática”</strong></em>, comenta.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/meio-ambiente/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1278655&amp;tit=Empresas-reduzem-uso-de-papel"> <em>KATIA BREMBATTI</em></a></p>
<p><a href="http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/meio-ambiente/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1278655&amp;tit=Empresas-reduzem-uso-de-papel"><em></em>http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/meio-ambiente/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1278655&amp;tit=Empresas-reduzem-uso-de-papel</a></p>
<div></div>
</div>
<div></div>
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		<title>Executivo indiano vem ao Brasil dar apoio em soluções de gestão de processos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 17:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Bancos e seguradoras são os setores com maior carência de soluções de gerenciamento de processos no Brasil, de acordo com  Amit Srivastava.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dharmatech.com.br/site/noticias/executivo-indiano-vem-ao-brasil-dar-apoio-em-solucoes-de-gestao-de-processos/attachment/logo-4/" rel="attachment wp-att-1219"><img class="alignleft size-full wp-image-1219" title="logo" src="http://www.dharmatech.com.br/site/wp-content/uploads/logo2.gif" alt="" width="155" height="106" /></a></p>
<p><strong><em>&#8220;Bancos e seguradoras são os setores com maior carência de soluções de gerenciamento de processos no Brasil&#8221;</em></strong>,      Amit Srivastava.</p>
<p>O executivo de produtos e soluções da <span style="color: #779100;"><strong>Newgen Amit Srivastava</strong></span> vai passar duas semanas no Brasil conhecendo clientes e colegas da <strong><span style="color: #779100;">Dharmatech</span></strong>, parceira da <strong><span style="color: #779100;">Newgen</span></strong> no país, para dar apoio nas soluções de gerenciamento de processos. O método consiste em mapear as atividades da empresa, detectar pontos onde existam deficiências e apontar as formas de se resolver o problema. A primeira passagem será por Curitiba, e em seguida o indiano deve seguir para em São Paulo, Belo Horizonte e Brasília.</p>
<p><strong><span style="color: #779100;"> Srivastava</span></strong> explica que pelo tamanho do Brasil, a gestão de processos se assemelha mais à realidade da Índia que as de países menores, o que justifica a parceria.</p>
<p><strong><em>“O Brasil é um país enorme, e diferente de outros da Europa e Oriente Médio, precisa de soluções que podem ser dimensionadas para corresponder ao volume de dados que gera. Nossa experiência na Índia será útil em tais oportunidades”.</em></strong></p>
<p>Para ele, os setores que mais necessitam de atenção por aqui são as seguradoras e os bancos. Na prática, as soluções de gestão de processos conseguem agilizar o tempo de atendimento, integrar as filiais, facilitar o processamento de empréstimos, além de aumentar a produtividade e reduzir custos.</p>
<p>Empresas como o <strong>HSBC</strong>, <strong>Citi</strong>, <strong>Allianz</strong> e <strong>Unilever</strong> já utilizaram soluções da <strong><span style="color: #779100;">Newgen.</span> </strong></p>
<p><strong><em>“Estas soluções foram implementadas com sucesso ao redor do mundo, e como resultado, os bancos aumentaram o alcance em diferentes regiões com custo mínimo de expansão, enquanto melhoraram a qualidade do serviço prestado aos indivíduos e corporações”</em></strong>, conta.</p>
<p>De acordo com <strong>Jorge Edison Ribeiro</strong>, especialista em gestão de processos e presidente da <strong><span style="color: #779100;">Dharmatech</span></strong>, esta é a segunda visita de um alto executivo da <strong><span style="color: #779100;">Newgen</span></strong> no Brasil desde o início da parceria, firmada há menos de um ano. Ele deve aproveitar a vinda de <strong><span style="color: #779100;">Srivastava</span></strong> para incluí-lo em reuniões e treinamentos internos na <span style="color: #779100;"><strong>Dharmatech</strong></span>, com o objetivo de qualificar a equipe no uso das principais ferramentas. “Nossa parceria visa explorar esta competitividade em uma área de alto valor estratégico, além de proporcionar a oportunidade de aprender com um país que em poucos anos saiu do anonimato tecnológico para se tornar um dos principais líderes mundiais na área”, afirma.</p>
<p><strong><span style="color: #779100;">Gestão de Processos</span></strong></p>
<p>A <span style="color: #779100;"><strong>Dharmatech</strong></span> e a <strong><span style="color: #779100;">Newgen</span></strong> trabalham com soluções de <strong>BPM</strong> e <strong>ECM</strong>. <strong>BPM</strong> é uma sigla para <em><strong>Business Process Management</strong>, </em>ou <strong>Gerenciamento de</strong> <strong>Processos de Negócio</strong>, uma ferramenta de gestão que utiliza tecnologia de informação para otimizar resultados. Já <strong>ECM</strong> ou <strong><em>Enterprise Content Management </em></strong>(Gerenciamento de Conteúdo Empresarial) é o meio pelo qual se organizam e arquivam documentos e demais conteúdos ligados aos processos da empresa.</p>
<p><em>Matheus Machado- Excom</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Newgem em Curitiba</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 15:09:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[SOLUÇÕES DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO QUE FUNCIONAM PARA A SUA EMPRESA A empresa Indiana NewGen Software é uma fornecedora líder global de Business Process Management (BPM), Enterprise Content Management (ECM) e Gerenciamento de Clientes Comunicação (CCM), e estará em Curitiba para firmar sua parceria com a empresa Dharmatech Tecnologia realizando treinamentos à equipe e abrindo oportunidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dharmatech.com.br/site/noticias/newgem-em-curitiba/attachment/no-brasil-3/" rel="attachment wp-att-1100"><img class="alignleft  wp-image-1100" title="no brasil" src="http://www.dharmatech.com.br/site/wp-content/uploads/no-brasil2.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>SOLUÇÕES DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO QUE FUNCIONAM PARA A SUA EMPRESA</p>
<p>A empresa Indiana NewGen Software é uma fornecedora líder global de Business Process Management (BPM), Enterprise Content Management (ECM) e Gerenciamento de Clientes Comunicação (CCM), e estará em Curitiba para firmar sua parceria com a empresa Dharmatech Tecnologia realizando treinamentos à equipe e abrindo oportunidades para rodadas de negócios.</p>
<p>O evento será liderado por nosso vice-presidente sênior e consultor chefe Manojit Majumdar, que apresentará pessoalmente as principais vantagens competitivas das soluções NewGen para o seu negócio.</p>
<p>Apresentação das Soluções NewGen para:</p>
<p>■ Modernização de processos corporativos;</p>
<p>■ Gestão eletrônica de Informações e documentos;</p>
<p>■ Centro compartilhado de serviços;</p>
<p>■ Mobilidade em Processos;</p>
<p>■ Arquitetura Corporativa;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta é uma grande oportunidade para conhecer o modelo de negócio da NewGen no mundo;</p>
<p><a href="http://www.dharmatech.com.br/site/noticias/newgem-em-curitiba/attachment/flayer-newgen/" rel="attachment wp-att-1105"><img class="alignleft size-large wp-image-1105" title="flayer  Newgen" src="http://www.dharmatech.com.br/site/wp-content/uploads/flayer-Newgen-675x1024.jpg" alt="" width="675" height="1024" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As novas tendências do CRM</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 18:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[De Cristina A. Ferreira &#124; Casa dos Bits Semana nº 1057 de 24 de Fevereiro a 1 de Março de 2012 Ajudar a gerir melhor a operação internacional, garantindo uma visão global dos clientes através de uma mesma plataforma, como faz a Efacec; maximizar o potencial de uma acção de marketing, compreendendo o retorno e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_978" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.dharmatech.com.br/site/noticias/as-novas-tendencias-do-crm/attachment/noticia-crm-site-5/" rel="attachment wp-att-978"><img class="size-full wp-image-978" title="noticia crm site" src="http://www.dharmatech.com.br/site/wp-content/uploads/noticia-crm-site4.jpg" alt="" width="250" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Em ano de investimentos bem medidos, saiba para onde estão os fabricantes de soluções CRM a dirigir as suas apostas no que se refere às valências da tecnologia e que tendências antecipam para um futuro a médio prazo</p></div>
<p>De Cristina A. Ferreira | Casa dos Bits<br />
Semana nº 1057 de 24 de Fevereiro a 1 de Março de 2012</p>
<p>Ajudar a gerir melhor a operação internacional, garantindo uma visão global dos clientes através de uma mesma plataforma, como faz a Efacec; maximizar o potencial de uma acção de marketing, compreendendo o retorno e os canais mais interessantes para cada iniciativa, como faz a DentalToday; ou optimizar o funcionamento do call center e conseguir manter o número de recursos humanos no atendimento, mesmo com um aumento de 20% das chamadas recebidas, porque a frota gerida cresceu, como faz a LeasePlan Portugal. Eis alguns dos pretextos para justificar o investimento em CRM, mas há outros.</p>
<p>O customer relationship management tem entrado nas empresas portuguesas de forma progressiva. Não há receitas mágicas, nem percursos determinados à partida. Consoante a realidade da empresa, ou as necessidades numa determinada altura, é definido um ponto de arranque, embora alguns fabricantes consigam identificar tendências predominantes na sua base de clientes.</p>
<p>Há um denominador comum, as empresas pretendem o CRM para conhecer melhor com quem se relacionam e em especial os clientes. Por norma, é por aí que nasce a necessidade do CRM, pela normalização dos processos comerciais (execução de propostas, acompanhamento comercial etc.), passando pela componente do marketing relacional, mas também pelo pós-venda e pela qualidade», identifica Pedro Araújo, diretor comercial da Hydra IT. Na experiência da empresa, que instala e implementa as soluções de CRM da Microsoft, há também um tipo de organizações que tem vindo a destacar-se na procura de soluções de CRM: as empresas orientadas a projetos (construção, obras, entre outros) que recorrem a estas ferramentas para conhecerem e tratarem melhor a fase de prospecção e planejamento inicial das obras.</p>
<p>No entanto, os fabricantes concordam que não é fácil traçar um perfil das empresas que investem em CRM, numa altura em que este tipo de soluções já saiu do núcleo das grandes organizações e dos sectores mais competitivos da economia, que normalmente lideram a implementação das novas tecnologias.</p>
<p>Para tal contribuíram vários fatores, incluindo algum ajuste de preço ao longo dos anos, mas o mais relevante será mesmo a chegada ao mercado de novos modelos, como o SaaS e a cloud, que aboliram uma parte considerável do investimento necessário. Abriram-se as portas a soluções mais simples e econômicas, que podem ou não satisfazer as necessidades, mas que são uma alternativa.</p>
<p>Depende substancialmente das capacidades pretendidas e do valor que se quer gerar. Para empresas de pequena ou média dimensão, cujas práticas de CRM sejam pontuais, pouco complexas e espaçadas no tempo, existem soluções baratas que disponibilizam funcionalidades básicas. Mas para empresas de grande dimensão, que pretendam gerar um enorme valor através de uma abordagem robusta e integrada de CRM, o investimento será sempre um pouco maior», admite André Sampaio e Melo, business development leader marketing e customer intelligence do SAS Portugal.</p>
<p>Nesta análise sobre a forma como o mercado consume hoje CRM há ainda outro elemento importante, como é sublinhado por Ilda Freitas, customer solutions manager da SAP Portugal. «O mercado das soluções de CRM é hoje em dia um mercado com uma enorme variedade de soluções para uma grande diversidade de necessidades de negócio, das mais simples às mais complexas. Mas a dimensão das empresas não é um indicador fiável da complexidade das suas necessidades de negócio, normalmente moldadas pelo mercado que abordam e pelo sector em que atuam.</p>
<p><strong>Perfil de utilização do CRM em Portugal </strong><br />
Tomando como referência a realidade da Microsoft – que gere os projetos apontados no início do artigo – os clientes de soluções CRM em Portugal vão dos 2 aos 2500 utilizadores. O número médio de utilizadores deste tipo de ferramentas no universo das pequenas e médias empresas vai de 4 a 10. Nas empresas médio-grandes situa-se em torno dos 50 utilizadores e nas grandes organizações vai das centenas aos milhares de utilizadores.</p>
<p>Os tipos de implementação também variam bastante, sendo que nas organizações de menores dimensões predominam as áreas de gestão comercial e marketing e nas médias e grandes utilizações temos muitos clientes onde o CRM está nas áreas de serviços pós-venda, com integrações CTI, explica Jorge Carrola Rodrigues, marketing lead de Microsoft Dynamics em Portugal.</p>
<p>Vale a pena sublinhar a propósito que a Microsoft é uma das empresas que mais têm apostado na cloud para oferecer estes serviços. O veículo é o Dynamics CRM Online, lançado há um ano, mas já atualizado. Em Novembro do ano passado, o produto passou a integrar uma componente social para as comunidades de utilizadores intra-organização, que permite que grupos de trabalho comuniquem entre si, dentro do CRM, num ambiente semelhante àquele que propiciam as redes sociais. Agora, a empresa prepara o Microsoft Dynamics CRM Móbile.</p>
<p>A atualização «consolida o conceito de CRM em qualquer lugar e incluirá um novo cliente móvel nativo, compatível com várias plataformas e baseado na nuvem, para dispositivos Windows Phone 7.5, iPad, iPhone, Android e Blackberry», explica Jorge Rodrigues. A mesma atualização disponibilizará a possibilidade de acesso web ao CRM em vários browsers e várias plataformas, além do Internet Explorer e do PC.</p>
<p>O percurso que a Microsoft tem vindo a fazer é idêntico ao de outros fabricantes, como a SAP, que tem usado armas semelhantes para dar versatilidade aos seus produtos de CRM. E não são as únicas, afinal a componente móvel e social do CRM são as grandes tendências de evoluções apontadas em todos os estudos de mercado no último ano. Atribuem-se mesmo a estas componentes uma parte significativa do potencial de crescimento do CRM, no que se refere ao investimento das empresas.</p>
<p>No caso da SAP a aposta tem assim passado, como explica Ilda Freitas, por tornar a solução mais fácil e intuitiva com opções de personalização da interface e um tipo de navegabilidade similar àquele que é possível encontrar em muitos websites, incluindo funcionalidades drag-and-drop e apresentações em rich content. Além das afinações nas características de base do produto, a SAP está a melhorar as aplicações no sentido de disponibilizar as funcionalidades de CRM em novos canais sociais, diz a responsável, que também sublinha a importância da aquisição da Sybase para endereçar a vertente móbile.</p>
<p>Neste momento, já temos disponíveis no portfólio algumas aplicações de CRM prontas a utilizar, bem como uma plataforma de desenvolvimento de novas aplicações móveis», acrescenta Ilda Freitas. Em concreto, para Portugal estão disponíveis soluções como o Sybase Mobile Sales for SAP CRM; o SAP Retail Execution e o SAP Field Service.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Ir ou não ir para a nuvem é a questão </strong><br />
No que se refere à nuvem e aos serviços cloud, a SAP mantém a postura cautelosa que tem vindo a defender, mas também mantém uma oferta on demand, que completa o modelo tradicional on premise.</p>
<p>«Embora haja consenso sobre o impacto fundamental da cloud computing, o mercado tem-nos mostrado que as empresas pretendem sobretudo adotar estas soluções de forma gradual, em função da sua avaliação das necessidades», frisa Ilda Freitas, para quem as empresas estão mais preocupadas com flexibilidade e opções, venham elas de soluções on demand ou on premise.</p>
<p>A visão é idêntica àquela que defende o SAS, cuja presença no mercado está essencialmente ligada às grandes empresas do sector financeiro, das telecomunicações ou do retalho. Na área do CRM o fabricante é, por exemplo, quem fornece a solução de contactos centralizados que assegura todas as componentes analíticas de gestão de campanhas e de coordenação multicanal do Santander Totta, desde a agenda comercial ao call center, passando pelo web banking ou pela ATM.</p>
<p>E é desta experiência com as grandes empresas que o SAS conclui que a adoção de soluções CRM na cloud tem sido muito cautelosa» e aponta razões para o justificar. «Numa primeira vertente, existem temas importantes relacionados com a confidencialidade dos dados dos clientes, que as empresas ainda não sabem como endereçar. Numa segunda vertente, os consideráveis investimentos realizados nos atuais sistemas de CRM (tempo, capital e recursos humanos) também constituem um obstáculo», defende André Sampaio e Melo.</p>
<p>As principais linhas condutoras do desenvolvimento dos produtos SAS nesta área do CRM tomam por isso outras direções em 2012, concentrando-se essencialmente em três áreas: na integração dos canais web nos processos comerciais da empresa, para permitir interações em tempo real; no investimento ao nível de uma maior integração do mundo analítico com o mundo móvel; e nas questões relacionadas com a exploração de grandes volumes de dados «em tempos absurdamente curtos (grid processing, in memory database e big data).</p>
<p>Ainda no que se refere à nuvem vale a pena sublinhar que, mesmo com diferentes sensibilidades e dimensão de aposta por parte do mercado, a penetração das soluções de CRM assentes neste modelo está a crescer. A Microsoft estima que atualmente as soluções de CRM na nuvem representam já perto de 20% do mercado de licenciamento de software, garantindo que é também neste domínio que se concentram as maiores taxas de crescimento. «Na ordem dos dois dígitos, num mercado total que neste ano não irá crescer» diz Jorge Rodrigues.</p>
<p>Diogo Rebelo, da DRI, tem a mesma percepção, mesmo reconhecendo que o modelo tradicional ainda dita as regras. O CEO da empresa que comercializa o SugarCRM no mercado português refere que, embora a solução representada tenha sido precursora no conceito de CRM as a service, na base instalada em Portugal, a maioria dos clientes tem o produto alojado nos seus data centers. «São poucos os clientes que ainda recorrem às soluções de cloud, mas acreditamos que vá mudar». Uma das estratégias que a empresa está a usar para dar um contributo nesse sentido é uma parceria com a IBM, que permite disponibilizar o SugarCRM na Smart Cloud da IBM.</p>
<p>Anotando a crescente aposta das empresas na cloud como uma tendência incontornável num futuro próximo para o CRM, Diogo Rebelo alinha outra, relacionada com a maturidade do CRM Social, que também começa nesta altura a ganhar força. O responsável antecipa que a conseqüência dessa maturidade passará por uma inevitável mudança de processos nas empresas.</p>
<p>«As necessidades dos clientes são hoje diferentes, serão diferentes amanhã e isso irá obrigar as empresas a terem de responder a essas necessidades. A mobilidade e a flexibilidade das plataformas vão ser os pontos em que as plataformas de CRM têm de ser fortes. Daqui a cinco anos teremos não uma solução de CRM, mas uma plataforma de gestão de processos de CRM, ágil, móvel, flexível, usável», acredita.</p>
<p>A perspectiva de Pedro Araújo, da Hydra IT, não é muito diferente e também este responsável acredita que o CRM tende a evoluir no sentido da integração. «Já não falamos das soluções por si só mas antes daquilo que elas têm para oferecer integradas com o e-mail, com os dispositivos moveis etc. Estamos certos de que mais do que uma solução de CRM teremos num futuro próximo um ambiente integrado com funcionalidades de gestão de relacionamento entre entidades.»</p>
<p>Questões como a privacidade, no processo de obtenção de dados que cruzam informação das redes sociais, dos dispositivos móveis e das restantes plataformas para onde o CRM seguirá os clientes das empresas, ou a resposta aos desafios dos big data são também aspectos apontados pelos fabricantes.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Uso do Twitter no trabalho cresce 700% no mundo, diz empresa de segurança</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 15:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O uso de redes sociais e o compartilhamento de arquivos via browsers nas redes corporativas cresceu explosivamente em todo o mundo nos últimos meses de 2011, segundo a empresa de segurança Palo Alto Networks. O acesso ao Twitter no trabalho, por exemplo, cresceu mais de 700% entre abril 2011 e novembro de 2011, em comparação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-850" href="http://www.dharmatech.com.br/site/noticias/uso-do-twitter-no-trabalho-cresce-700-no-mundo-diz-empresa-de-seguranca/attachment/twitter/"><img class="alignleft size-full wp-image-850" title="twitter" src="http://www.dharmatech.com.br/site/wp-content/uploads/twitter.png" alt="" width="250" height="250" /></a>O uso de redes sociais e o compartilhamento de arquivos via browsers nas redes corporativas cresceu explosivamente em todo o mundo nos últimos meses de 2011, segundo a empresa de segurança Palo Alto Networks.</p>
<p>O acesso ao Twitter no trabalho, por exemplo, cresceu mais de 700% entre abril 2011 e novembro de 2011, em comparação com igual período de 2010.</p>
<p>De uma forma geral, o uso ativo de redes sociais no ambiente de trabalho, incluindo postagens e aplicações, aumentou 300% no período. O levantamento considerou tráfego de aplicações de mais de 1.600 empresas.</p>
<p>A análise revela que desde outubro de 2010 o consumo de largura de banda para aplicativos do Facebook, plugins sociais e postagens cresceu de 5% (em outubro 2010) para 25% (em dezembro de 2011), em relação à largura de banda total de rede social.</p>
<p>Outra constatação é que sites de compartilhamento de arquivos são usados na maioria das redes, aparecendo em 92% das organizações participantes. As  técnicas evasivas dos aplicativos de compartilhamento implicam falta de controle do seu uso nas redes corporativas, segundo a Palo Alto Networks.</p>
<p>De acordo com os analistas da empresa de segurança, usar redes sociais e compartilhar arquivos no trabalho já não é uma dúvida nas corporações, e sim uma realidade. “As empresas devem determinar como disponibilizar essas tecnologias com segurança em suas redes, para que os usuários possam manter os níveis de produtividade que muitas dessas aplicações permitem e, ao mesmo tempo, assegurar que suas redes corporativas e seus usuários estejam protegidos contra todas as ameaças”, diz René Bonvanie, diretor de marketing da Palo Alto Networks.</p>
<p>Publicado em 26/01/2012 às 9:50	por Ana Lúcia Moura Fé.</p>
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		<title>Mobilidade: tendência para o negócio</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 15:14:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Léia Machado 21/07/2011 A penetração dos serviços de mobilidade no ambiente corporativo tem crescido exponencialmente nos últimos anos, porém ainda existe um mercado potencial significativo. Segundo o instituto de pesquisa IHS, a venda global de aplicativos móveis deverá movimentar cerca de US$ 4 bilhões em 2011. Já a receita de celulares inteligentes deve crescer em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="mailto:lmachado@conteudoeditorial.com.br">Léia Machado</a> </strong> <strong>21/07/2011</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-707" href="http://www.dharmatech.com.br/site/noticias/mobilidade-tendencia-para-o-negocio/attachment/mobilidade-3/"><img class="alignleft size-full wp-image-707" title="mobilidade" src="http://www.dharmatech.com.br/site/wp-content/uploads/mobilidade1.jpg" alt="" width="250" height="250" /></a>A penetração dos serviços de mobilidade no ambiente corporativo tem crescido exponencialmente nos últimos anos, porém ainda existe um mercado potencial significativo. Segundo o instituto de pesquisa IHS, a venda global de aplicativos móveis deverá movimentar cerca de US$ 4 bilhões em 2011. Já a receita de celulares inteligentes deve crescer em 45%, para US$ 23 bilhões neste ano, de acordo com dados divulgados pelo Consumer Electronics Association.</p>
<p>Diante desses crescentes números, o setor de negócios está passando por grandes mudanças em seus ambientes internos, tendo que se adaptar a novas questões como aplicações, serviços, acesso, risco e segurança. “A mobilidade é hoje uma grande força computacional na ponta. Sem dúvida nenhuma é uma tendência tecnológica transformadora para os negócios”, afirma Renato Improta, executivo sênior da área de Mídia Digitais e Mobilidade da Accenture.</p>
<p>Em uma pesquisa de penetração de tablets no País, a Fros &amp; Sullivan indicou que 21,4% das empresas entrevistadas já haviam investido nesses dispositivos, principalmente para visualizações de arquivos e envios de e-mails. Além disso, o uso de ferramentas para força de vendas e campanhas de marketing são as movimentações mais comuns dentro das empresas que já contam com a mobilidade no seu dia a dia. Contar com este novo aliado mostra a satisfação de 77% dos usuários.</p>
<p><strong>Aplicações</strong></p>
<p>Questionado sobre até que ponto a mobilidade traz novas aplicações para o negócio, Renato Pasquini, analista sênior de Telecomunicações da Frost &amp; Sullivan, aponta voz como serviço mais comum para as empresas. “A competição está trazendo novas ofertas com comunicação ilimitada de voz por uma mensalidade fixa, como no caso do push-to-talk, planos intrarrede e rede privada virtual (VPN de voz). Com a integração de operadoras fixas e móveis no Brasil é provável que ofertas de convergência fixo-móvel sejam lançadas, impulsionando mais este mercado”, diz.</p>
<p>Na parte de dados, correio eletrônico e visualização de arquivos como contratos e planilhas estão entre os serviços mais utilizados pelos executivos. Uma tendência de mercado é transformar alguns módulos dos ERPs em uma plataforma móvel, para que o gestor possa tomar a decisão de onde ele estiver. Além disso, o mercado de Business Intelligence também está se movendo para os dispositivos móveis com algumas informações sendo transportadas para os devices.</p>
<p>“Essas aplicações são direcionadas por um aumento da conectividade de banda larga móvel. Porém, novas aplicações como machine-to-machine (M2M) estão tendo um desenvolvimento considerável e espera-se que o número de aplicações M2M cresça muito nos próximos anos”, aponta Pasquini.</p>
<p><strong>Tendência</strong></p>
<p>De modo geral, as empresas estão começando a discutir o melhor caminho para a adoção da mobilidade. Este planejamento é feito dentro de cada departamento, analisando as necessidades dos negócios e dos usuários. “A mobilidade consegue enxergar todos os processos da empresa”, diz Improta. Na opinião de Bruno Rossi, diretor de Consultoria da ASM para a América Latina, as novidades na mobilidade ficam por conta do mercado de consumo para usuários finais.</p>
<p>“Os serviços oferecidos para usuário final acabam sendo refletidos no universo corporativo, pois os funcionários, que já têm experiências de mobilidade fora da companhia, querem viver a mesma experiência dentro da empresa. É um movimento natural de introdução de novas tecnologias, no qual as organizações precisarão se adequar a essa realidade e aproveitar esse ambiente para fazer negócio”, acrescenta.</p>
<p>O mobile payment é outra novidade que está mais presente no dia a dia das pessoas e, em breve, das companhias. Uma pesquisa da KPMG mostrou que 83% dos entrevistados de uma pesquisa sobre o assunto apontaram que a utilização do serviço de pagamento pelo celular será usado em quatro anos, outros 46% foram além das expectativas dizendo que será em dois anos.</p>
<p><strong>Segurança</strong></p>
<p>Um dos desafios para a mobilidade é se mostrar segura e conquistar a confiança do usuário, dentro e fora da companhia. Além disso, os funcionários precisam estar atentos as políticas da empresa. Um estudo da McAfee apontou que, embora um número cada vez maior de consumidores utilize dispositivos móveis para atividades profissionais e pessoais, uma grande parcela desconhece a política da empresa em relação ao uso de devices.</p>
<p>Richard Power, membro honorário do CyLab da Universidade Carnegie Mellon, autor do relatório da McAffe diz: &#8220;Os dispositivos são mais do que extensões da estrutura tecnológica, eles são extensões do usuário. A maneira como os usuários interagem com os dados pessoais reflete a forma como eles pensam que podem interagir com os dados corporativos”, diz.</p>
<p>De fato estudos mostram que a mobilidade está entra os principais projetos de tecnologia das empresas para este ano. O atual cenário mostra que áreas de negócio e departamental estão tentando entender essas tendências para ver qual melhor tipo de aplicação que vai efetivamente fazer mudança no negócio. “Enxergamos estágios diferentes. Há empresas que estão mais preparadas outras estão testando essas novas tecnologias e há empresas que estão começando agora a ver esses serviços”, finaliza Improta.</p>
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		<title>A retomada da visão de processos</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 21:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[É fato que os ERPs, desde os anos 90, dominam os investimentos de TI e se tornaram um dos pilares de todas as corporações, porém há um outro fato que merece destaque e vem recebendo, cada vez mais reconhecimento do mercado: A retomada da visão de processos nas organizações.” É simples e óbvio: Uma empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_695" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"></p>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_695" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-695" href="http://www.dharmatech.com.br/site/noticias/a-retomada-da-visao-de-processos/attachment/olho/"><img class="size-full wp-image-695" title="olho" src="http://www.dharmatech.com.br/site/wp-content/uploads/olho.jpg" alt="" width="250" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Visão por Processos</p></div>
</dt>
<dd class="wp-caption-dd">
</dd>
</dl>
</div>
<p>É fato que os ERPs, desde os anos 90, dominam os investimentos de TI e se tornaram um dos pilares de todas as corporações, porém há um outro fato que merece destaque e vem recebendo, cada vez mais reconhecimento do mercado: A retomada da visão de processos nas organizações.”</p>
<p>É simples e óbvio: Uma empresa pode ser vista como um conjunto de processos, que se bem orquestrados, fará com que os resultados da empresa sejam maximizados.</p>
<p>Mas infelizmente muitos ainda insistem em não aceitar o simples e o óbvio como natural e permanecem dependentes do emaranhado de opções de Menu em seu ERP Tradicional.</p>
<p>Nos perguntamos: Ao olhar para ERP, em seu formato tradicional, onde está a visão de processos? Quantos pedidos temos em processo, com quem estão estes pedidos, quanto tempo levam para serem processados?</p>
<p>[... silêncio...]</p>
<p>A visão de processo muitas vezes está implícita e muitas vezes inexiste no ERP. Mas como a busca por eficiência e resultados não se contenta com esse modelo, a consequência natural é a sobrecarga dos usuários, que vem sendo muito exigidos por essa falta de apoio dos atuais sistemas e precisam memorizar procedimentos, processos, lista de tarefas, etc.</p>
<p>O ERP reage a comandos dos usuários, que obviamente são os responsáveis quando algo sai errado, pois a orquestração depende de sua memória, os tempos dependem de suas ações e os resultados da empresa estão atrelados aos limites da qualificação de pessoas. Os processos estão mapeamos tacitamente, ou seja, na cabeça das pessoas e dependemos excessivamente delas.</p>
<p>O ERP foi concebido para executar tarefas e não orquestrar processos, com exceção da área de manufatura que nunca abriu mão de ser visto como uma sequência de atividades.</p>
<p>Mas sim, há exceções, alguns fornecedores de ERP já perceberam essa importância e vem incorporando conceitos de BPM (Business Process Management), Workflow e Integração de Processos em seus sistemas. Sorte de quem já percebeu, pois isso hoje é um diferencial na escolha de um novo ERP.</p>
<p>O que fazer se o seu ERP não possui essa característica e te disponibiliza apenas menus, telas e relatórios e não orquestra seus processos?</p>
<p>Não, não precisa trocar o ERP. Existem no mercado soluções de BPM que trazem totalidade do conceito de BPM (Business Process Management) e dessa forma vem auxiliando a várias empresas a orquestrar seus processos, integrando sistemas, eliminando erros, retrabalhos e trazendo aos usuários uma lista de tarefas aos usuários, sem exigir que ele lembre e responsabilize unicamente pelas ações na empresa.</p>
<p>O Fato é que a TI já possui o avanço suficiente para não mais sobrecarregar os usuários e se tornar o real responsável por orquestrar processos e sistemas.</p>
<p>Ao entrar numa solução de BPM em sua característica de Workflow, ao invés de ver menus, você verá sua lista de tarefas integradas ao ERP, e com a definição do processo de forma explícita no sistema e pronta para disparar a próxima tarefa, assim que sua etapa for concluída.</p>
<p>Outro movimento que se associa e reforça a importância dessa solução é a mobilidade, que traz uma demanda por ações pontuais em processos de forma móvel.</p>
<p>A nova onda do BPM está avançando sobre a antiga onda do ERP, para revigorá-lo e retomar a visão de processos em busca de melhores resultados.</p>
<p>por Rosney Repullo</p>
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		<title>Mobilidade permite decisões mais rápidas</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 16:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Para serem mais competitivas, as empresas têm de ser rápidas a tomar decisões. Os smartphones e os tablets são instrumentos fundamentais para alcançar essa mesma celeridade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_680" class="wp-caption alignleft" style="width: 261px"><a rel="attachment wp-att-680" href="http://www.dharmatech.com.br/site/noticias/mobilidade-permite-decisoes-mais-rapidas/attachment/mobilidade2/"><img class="size-full wp-image-680" title="mobilidade2" src="http://www.dharmatech.com.br/site/wp-content/uploads/mobilidade2.jpg" alt="" width="251" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Para serem mais competitivas, as empresas têm de ser rápidas a tomar decisões. Os smartphones e os tablets são instrumentos fundamentais para alcançar essa mesma celeridade .</p></div>
<p>Mais do que uma moda ou um instrumento de lazer, os smartphones e os tablets começam a ocupar um espaço fundamental na estratégia das empresas, que, para estarem mais próximas do cliente, procuram soluções móveis que possibilitem tomar decisões em qualquer momento e em qualquer lugar. E não são só as equipas de vendas as favorecidas com esta estratégia. Praticamente todos os profissionais em situações de mobilidade podem beneficiar do acesso a informação de negócio fora do tradicional posto de trabalho.</p>
<p>De Fátima Caçador / Casa dos Bits</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>Depois do e-mail móvel se ter tornado uma conquista, as empresas abrem agora portas a novas soluções que tiram partido do crescente poder de processamento dos telemóveis e de soluções em cloud computing. No bolso de cada executivo pode agora, em teoria, viajar a informação mais crítica de negócio, com as vantagens que daí decorrem mas também com as necessárias cautelas relativas à segurança.«A procura de aplicações de mobilidade por parte das organizações está a explodir devido à crescente consciência de que a mobilidade pode aumentar a produtividade, melhorar a eficiência do negócio e fomentar não só a colaboração, como a satisfação dos colaboradores», reconhece José Tavares, senior business developer da SAP Portugal. O paradigma da mobilidade está a ser dinamizado nas empresas por uma nova geração de colaboradores, profissionais que cresceram com as tecnologias da Web 2.0 e que estão perfeitamente familiarizados com as novas formas de comunicação e dispositivos digitais, explorando as redes sociais e todos os meios de colaboração que estão à sua disposição. E, tal como fazem na sua vida privada, querem usar estas ferramentas na sua vida profissional, pressionando a mudança das aplicações empresariais com estas expectativas.</p>
<p>Segundo dados da Forrester Research, em 2012 cerca de 73% dos colaboradores vão exigir das empresas maior mobilidade em termos de acesso a sistemas, informação e aplicações, e as organizações têm de dar resposta de forma segura e em consistência com a estratégia na área dos sistemas de informação.</p>
<p>José María Alonso, vice-president sales &amp; managing director na QlikTech Ibérica, reconhece também esta pressão para a mobilidade e admite que o avanço tecnológico dos smartphones e tablets, acompanhado pela evolução do software profissional, permite o acesso a mais funcionalidades e facilita a sua generalização. «No contexto actual, é crucial aos empresários e decisores poderem tomar decisões instantaneamente com base no máximo de informação da sua empresa», explica, adiantando que a QlikTech antecipou estas necessidades e investiu em soluções de business intelligence orientadas para o utilizador, que permitem que a informação esteja disponível quando e onde se quer, de forma simples, «mas também de forma descentralizada em relação ao máximo número de elementos na organização».</p>
<p>A área de business analytics é também o foco do SAS Portugal, que reconhece a importância da mobilidade no desenvolvimento das soluções, nomeadamente na extensão das suas capacidades de visualização de dashboards aos smartphones, áreas em que tem vindo a investir. «Hoje em dia, um utilizador das nossas soluções de business analytics pode receber alertas, fazer drill-down na informação apresentada, entre outras funcionalidades», sublinha Luís Bettencourt Moniz, director de Marketing do SAS Portugal. A empresa estabeleceu recentemente uma parceria com a Mellmo, empresa que criou a Roambi – uma das aplicações de negócio líderes na área da analítica móvel interactiva – com o objectivo de colocar no iPhone e no iPad mais informação, para que os gestores possam ter análises e relatórios em tempo real com dados de negócio. «Neste contexto, vamos continuar a desenvolver as capacidades do SAS Mobile Business Intelligence para permitir aos gestores uma tomada de decisão cada vez mais qualificada e baseada em factos, a qualquer hora, em qualquer local», reforça Luís Bettencourt Moniz.</p>
<p>A experiência de acesso a dados empresariais pode porém não se limitar aos smartphones e tablets, passando para outras dimensões, como a utilização de uma consola como a Xbox, ligada à televisão de casa, preconiza Artur Amaral, responsável pela área de mobile communications na Microsoft Portugal. «Os profissionais pretendem, cada vez mais, poder aceder às suas diversas ferramentas de trabalho em qualquer momento, de qualquer local, e a partir de qualquer dispositivo, de forma simples e com uma boa experiência de utilização across devices», uma tendência incontornável que será satisfeita através dos dispositivos que estiverem disponíveis. «Mais importante do que a forma como se acede, o que importa são os conteúdos aos quais se acede», lembra.</p>
<p><strong>Evolução em qualidade </strong><br />
Alguns sectores de actividade foram pioneiros na adopção da mobilidade, sobretudo os que possuíam uma grande equipa de vendas no terreno. David Afonso, vice-presidente de software solutions architecture da Primavera BSS, lembra que as empresas de distribuição estiveram na linha da frente nesta área. «A Primavera dispõe, inclusivamente há vários anos, de soluções de mobilidade para este sector, que cobrem as áreas de gestão de encomendas, facturação e recebimentos», afirma, admitindo que com a democratização do uso de smartphones se abriu um novo mundo para a mobilidade com grande potencial.</p>
<p>O acesso ao e-mail e disponibilização de conectividade de Internet móvel são vistos já como um requisito básico para profissionais de todas as áreas e empresas de diferentes dimensões e sectores de actividade. E as operadoras móveis reconhecem que a rápida adopção destas soluções e dos terminais inteligentes está a assumir um papel fundamental na estratégia de vendas empresariais, possibilitando às empresas atingir novos patamares de eficiência e produtividade, como admitem a Vodafone e a Optimus. «As empresas têm de tomar decisões rápidas e informadas e têm de aumentar a sua proximidade aos clientes», acelerando os negócios, explica João Mendes Dias, administrador da Vodafone Portugal para a Unidade de Negócios Empresarial. E os preços praticados pelos tarifários integrados tornam as soluções de mobilidade acessíveis também a empresas de menor dimensão.</p>
<p>Nesta área, e como complemento de valor à conectividade, a Optimus tem vindo a estabelecer parcerias que abrangem o desenvolvimento e a entrega de soluções para vários sectores, desde a logística à saúde, passando por soluções de telemetria e domótica. «Trabalhamos também com um conjunto de sensivelmente 200 entidades que têm outros negócios, não só de telecomunicações, como também de informática ou tecnologia, no sentido de analisar a abordagem comercial e a entrega de soluções aos clientes finais», refere a direcção de comunicação da empresa do Grupo Sonaecom.</p>
<p>Mas se estas soluções de mobilidade básicas já estão generalizadas, a Gartner estima que menos de 15% das empresas têm actualmente uma plataforma de mobilidade que abranja todas as unidade de negócio, responda a todo os seus processos e esteja disponível para todos os colaboradores – um novo patamar de evolução, que é visto como atraente pelas empresas do sector.</p>
<p>«O potencial de crescimento é apetecível. Entre 2010 e 2013, o número de organizações que vai apostar neste tipo de plataformas deverá crescer na ordem dos 10% ao ano», avisa José Tavares, da SAP Portugal.</p>
<p>Não falta quem se esteja a posicionar e a SAP considera estar numa posição destacada, depois da aquisição da Sybase, que proporcionou à empresa a integração de tecnologia de ponta nesta área. A plataforma Sybase Unwired Platform «permite às empresas desenvolver, rápida e facilmente, aplicações que dão aos dispositivos móveis dos colaboradores acesso aos dados do negócio» e «elimina a dificuldade de criar e gerir múltiplas aplicações móveis que, de forma segura, conectam uma grande variedade de bases de dados à grande maioria de dispositivos móveis», descreve José Tavares. A SAP dispõe ainda da solução Afaria, que visa a gestão do ciclo de vida e da segurança de dispositivos móveis de classe empresarial, mas o portefólio estende-se ainda a aplicações móveis, como o Sybase Mobile Sales for SAP CRM e o Sybase Mobile Workflow for SAP Business Suite.</p>
<p><strong>Barreiras de maturidade </strong><br />
Para explorar o potencial pleno do mercado de mobilidade nas soluções empresariais há porém alguns entraves a adoptar, nomeadamente em termos de maturidade dos sistemas de informação e de cultura de negócio. José Maria Alonso, da QlikTech Ibérica, reconhece que há empresas em Portugal que já deram passos importantes neste sentido de adopção de soluções de negócio mais avançadas. Mas para já são companhias com grandes forças comerciais e empresas com CEO early adopters ao nível de tecnologia de ponta que vêem na mobilidade um valor acrescentado para as suas equipas de gestão.</p>
<p>A forma como as infra-estruturas de sistemas de informação estão montadas nas empresas poderá ser um dos principais obstáculos à sua disponibilização em mobilidade, já que é necessário ter sistemas adequados para que seja garantida a segurança e a performance. «Esta barreira só poderá ser ultrapassada através da adopção de soluções na cloud. Só assim será possível a uma pequena organização ter acesso a soluções que, de outra forma, pelas necessidades de investimento, apenas estariam ao alcance de uma minoria», alerta David Afonso, da Primavera BSS.</p>
<p>A visão é partilhada por Artur Amaral, da Microsoft Portugal. «Ao colocar um conjunto de recursos prontos a serem acedidos na nuvem, a solução simplifica a implementação e permite maior mobilidade aos profissionais», refere, apontando ainda as vantagens já conhecidas destas soluções, nomeadamente em termos de redução do investimento inicial, disponibilização da capacidade necessária a pedido e maior eficiência na gestão da plataforma. E a solução de cloud adoptada pode ser pública ou privada, conforme os interesses e exigências da empresa.</p>
<p><strong>Segurança à prova </strong><br />
Além das vantagens apontadas e aos cenários risonhos traçados pelos fabricantes, há que considerar também os riscos que as soluções de mobilidade podem trazer para as empresas, nomeadamente quando se fornece acesso a soluções críticas de negócio a partir de dispositivos portáteis, que são – pela própria circunstância de serem transportados para fora da empresa – mais vulneráveis.</p>
<p>José Tavares reconhece que este é um desafio, mas que existem formas de garantir a segurança integrada de dispositivos para gerir e proteger de forma proactiva os dados, dispositivos, aplicações e movimentações móveis, citando a plataforma Alfaria.</p>
<p>Mesmo com as recentes notícias dos ataques de malware em plataformas Android, os operadores e os principais players de software contactados pelo Semana recusam-se a identificar plataformas mais e menos seguras, não fazendo distinção entre o iOS da Apple, o Blackberry da RIM, Windows Phone da Microsoft ou o Android, patrocinado pela Google. A posição de todos é tecnologicamente agnóstica, favorecendo a ligação nas plataformas escolhidas pelos clientes, mesmo no caso da Microsoft, apesar da estratégia móvel da empresa com o desenvolvimento da plataforma Windows Phone, que «em breve» deverá estar disponível numa versão localizada para português e que proporciona o acesso a novas funcionalidades e potencia o ciclo de adopção por parte dos utilizadores individuais e empresas.</p>
<p>Com mais ou menos preocupações com a segurança, é porém assumido por todos os players de TIC que a mobilidade veio para ficar. E que a evolução se fará no sentido de acesso a informação mais rica e completa nas plataformas móveis, com o reforço das plataformas cooperativas. «O futuro é móvel, é sempre ligado a rede, e todas as empresas que ignorarem este facto terão anos muito duros pela frente», avisa Luís Bettencourt Moniz, director de Marketing do SAS Portugal.</p>
<p><strong>Múltiplas formas de explorar a mobilidade </strong><br />
O recurso a novos formatos ou mesmo exploração de novas áreas de negócio são alguns dos potenciais da mobilidade que já estão a ser explorados com soluções que trazem valor às empresas e fidelizam clientes. No fim-de-semana passado, o Sumol Summer Fest estreou a utilização de pulseiras para que os participantes do primeiro grande festival deste Verão pudessem actualizar de forma quase automática o seu perfil no Facebook. Os organizadores distribuíram de forma gratuita 10 mil pulseiras que podem ser configuradas com o nome do utilizador e a sua palavra-passe na rede social e que são activadas sempre que os participantes se aproximavam das “Mega Coroas” espalhadas no recinto do festival, gerando em tempo real mensagens no mural do Facebook.</p>
<p>A iniciativa de activação de marca assinala um novo formato de interacção com o público e foi desenvolvida para o festival que decorreu na Ericeira, sendo também uma forma de os participantes se habilitarem a prémios, como pranchas de surf, fatos, mochilas e óculos de sol. A Mega Hits promete não ficar por aqui e usar a tecnologia noutros eventos e também com marcas a que possa associar-se.</p>
<p>A par da utilização de novos formatos que ultrapassam os (mais comuns) smartphones, telemóveis e tablets, algumas empresas encontram também na mobilidade novas maneiras de fidelização. É o caso das operadoras aéreas, que vêem no fornecimento de conectividade nos aviões uma forma de atraírem os viajantes profissionais, num mercado cada vez mais competitivo, em que se torna difícil a diferenciação pelo preço do bilhete. Um modelo que restaurantes, cafés, esplanadas e hotéis já adoptaram há algum tempo e que atrai um número crescente de clientes munidos com portáteis, tablets e smartphones para o seu “âmbito de influência”. Porque, no fim, o que conta é o volume de negócios realizado.</td>
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<p><a rel="attachment wp-att-683" href="http://www.dharmatech.com.br/site/noticias/mobilidade-permite-decisoes-mais-rapidas/attachment/mobilidade2-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-683" title="mobilidade2" src="http://www.dharmatech.com.br/site/wp-content/uploads/mobilidade21.jpg" alt="" width="251" height="250" /></a></p>
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		<title>Gerencie gastos em TI com maior eficiência e retorno</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 16:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Tradicionalmente, os departamentos de TI têm um controle de gastos fraco, e também lidam com dificuldades para explicar o custo às áreas de negócio. Por que é tão difícil gerir gastos de TI? Normalmente, isso se deve a: 1 &#8211; A natureza fragmentada da TI.Gastos ocorrem em muitos departamentos e unidades de negócios com elevado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_658" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a rel="attachment wp-att-658" href="http://www.dharmatech.com.br/site/noticias/gerencie-gastos-em-ti-com-maior-eficiencia-e-retorno/attachment/telhado-dinheiro/"><img class="size-full wp-image-658" title="telhado dinheiro" src="http://www.dharmatech.com.br/site/wp-content/uploads/telhado-dinheiro.jpg" alt="" width="250" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Muitas vezes, os departamentos de TI custam caro devido a gastos falsos ou inflados. Veja como controlar melhor os custos da sua empresa para obter progressos reais.</p></div>
<p>Tradicionalmente, os departamentos de TI têm um controle de gastos fraco, e também lidam com dificuldades para explicar o custo às áreas de negócio.</p>
<p>Por que é tão difícil gerir gastos de TI? Normalmente, isso se deve a:</p>
<p><strong>1 &#8211; A natureza fragmentada da TI.</strong>Gastos ocorrem em muitos departamentos e unidades de negócios com elevado grau de variação. Geralmente, os custos com TI excedem o limite em razão de controles descentralizados.</p>
<p><strong>2 &#8211; Um setor de TI em expansão. </strong>A necessidade de TI cresce continuamente. Isso resulta em um gasto crescente. Entretanto, as empresas costumam falhar ao distinguir o que é realmente um aumento (preço unitário) e o que é uma expansão do ambiente de TI (volume de equipamentos).</p>
<p><strong>3 &#8211; Falta de habilidades financeiras.</strong>É comum que a equipe de TI não tenha conhecimento de procedimentos financeiros e tenha dificultades ao solicitar novos aparelhos ou reparos.</p>
<p>Por essas razões, muitas empresas acreditam que a área de TI não seja bem gerenciada. Os empregadores respondem com cortes ou “congelamento” da verba para TI. Isso leva à frustração dos funcionários do  departamento de TI e para os administradores, que se sentem obrigados a  acompanhar de perto as decisões que efetivamente envolvam custo.</p>
<p>O CIO, Marcus Johansson, e o Controlador Financeiro, Viera Hraskova, da da cervejaria StarBev, líder na região da Europa Oriental, implementaram com sucesso um sistema de controle e gestão de custos de TI e compartilham algumas lições importantes que aprenderam com o processo.</p>
<p>Lição número 1: Como resolver problema de controle de gastos em TI? Estabelecendo uma previsão consistente.</p>
<p>Para regular o custo, o departamento financeiro da StaBev ajudou a área de TI a desenvolver um método para prever de todos os gastos em TI. Não apenas para que as práticas administrativas padrão fossem aplicadas, mas também para assegurar que fossem incluídos todos os custos para permitir que a equipe de TI trabalhasse com eficácia.</p>
<p>O planejamento orçamentário tem duas  categorias: gastos com gerenciamento e investimentos, e os gastos operacionais.</p>
<p>O planejamento é consistentemente usado por todos os países em que o StarBev Group tem uma filial. Isso promove a consolidação de gastos em TI e permite a comparação entre cada unidade fabril.</p>
<p>Isso é particularmente útil durante o ciclo anual orçamentário para justificar os motivos de variação de gastos de um ano para outro, em cada filial.</p>
<p>O departamento de TI é medido “pelo custo” e não há gastos artificiais ou inflados entre a central e as filiais. Essa medida previne debates entre a sede e as filiais sobre as necessidades de gastos extras.</p>
<p>Quando há necessidade de investimentos, eles são contabilizados em duas categorias, com diversos sub-itens: infraestrutura (mandatória) e iniciativa de negócios (discricionária).</p>
<p>O investimento em infraestrutura é gerido diretamente pelo departamento de TI com envolvimento administrativo limitado. Normalmente é difícil justificar o gasto como “Devolução de investimento”. Por isso, em vez de criar falsas necessidades, a equipe de TI desenvolve anualmnete um plano que é aprovado durante a previsão orçamentária.</p>
<p>Já os investimentos alocados como  Inicativa de negócios, são baseados em prioridades executivas. Durante o ciclo do orçamento, acontecem reuniões entre a equipe de TI e os administradores das áreas de negócio. Uma  “lista de pedidos” de projetos é feita e o capital é disponibilizado para atender a determinadas prioridades executivas.</p>
<p>As iniciativas em TI são tratadas como projetos e não há alocação igualitária entre os países. Os investimentos são canalizados para países e áreas onde exista necessidade de aumento de desempenho.</p>
<p>O sucesso da estratégia? Acompanhamento detalhado de informações para tomada de decisões. Mensalmente, a despesa real é recebida e confrontada com o orçamento. Esse balanço é compartilhado com todos os funcionários de TI para garantir que todos entendam a posição financeira do departamento. E também é apresentado aos executivos da empresa.</p>
<p>Além disso, a cada quatro meses o comitê dirigente de TI se encontra para discutir e priorizar os investimentos até a próxima reunião e para o restante do ano. O grupo é composto por líderes das áreas de negócios, incluindo o CEO, o CFO, o CIO e o Diretor de Projetos.</p>
<p>O Comitê revisa as iniciativas de TI assim para aumentar ou diminuir os gastos para os próximos meses de acordo com o impacto dos projetos propostos. O objetivo é garantir que o gasto total por ano se encaixe no planejamento de verba para o setor.</p>
<p>As principais lições aprendidas com a implementação do controle de gastos no planejamento e na manutenção de custos da área de TI na StarBev se deve a alguns regras simples:</p>
<p><strong>1 -</strong> Faça uma previsão de custo anual dentro dos padrões administrativos que englobe todos os gastos relevantes de TI;</p>
<p><strong>2 -</strong> Entenda e analise consistentemente os gastos com TI uma vez por mês;</p>
<p><strong>3 -</strong> Divulgue informações sobre despesas de Tecnologia de Informação para a equipe (times locais e central) assim como com a área de negócios cliente para garantir uma única visão dos custos;</p>
<p><strong>4 -</strong> Use como base as informações sobre as despesas de TI para tomar as decisões certas.</p>
<p>Marcus Johansson e Viera Hraskova, da CIO/EUAPublicada em 14 de junho de 2011 às 08h18</p>
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		<title>Distrações tecnológicas geram prejuízo de US$ 10 mil ao ano por funcionário</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 12:47:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Se a tecnologia revolucionou as empresas, ao automatizar processos e informações, por outro lado, ela tem gerado &#8220;distrações&#8221; que afetam a produtividade dos profissionais. A constatação faz parte de um estudo realizada pela empresa norte-americana de pesquisas uSample, a partir de entrevistas com 515 usuários de TI (tecnologia da informação) de todo o mundo. Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_653" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a rel="attachment wp-att-653" href="http://www.dharmatech.com.br/site/noticias/distracoes-tecnologicas-geram-prejuizo-de-us-10-mil-ao-ano-por-funcionario/attachment/distracao-no-trabalho/"><img class="size-full wp-image-653" title="distração no trabalho" src="http://www.dharmatech.com.br/site/wp-content/uploads/distração-no-trabalho.jpg" alt="" width="250" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Estudo aponta que 45% das pessoas trabalham só 15 minutos, ou menos, sem serem interrompidas pelo e-mail, telefone, entre outros</p></div>
<p>Se a tecnologia revolucionou as empresas, ao automatizar processos e informações, por outro lado, ela tem gerado &#8220;distrações&#8221; que afetam a produtividade dos profissionais. A constatação faz parte de um estudo realizada pela empresa norte-americana de pesquisas<a href="http://www.usamp.com/" target="_blank"> uSample</a>, a partir de entrevistas com 515 usuários de TI (tecnologia da informação) de todo o mundo.</p>
<p>Uma das conclusões do levantamento, divulgado pela Harmon.ie – fornecedora de softwares corporativos –, é que essas distrações tecnológicas representam hoje, em média, um prejuízo anual de US$ 10.375 por funcionário para as empresas, considerando um salário médio de US$ 30 por hora. Para chegar a esse número, o estudo levou em conta que 53% dos entrevistados admitiram perder pelo menos uma hora de trabalho com telefonemas, e-mails, redes sociais, mensagens de texto pelo celular, entre outros recursos tecnológicos.</p>
<p>Ainda segundo o estudo, 45% das pessoas disseram trabalhar só 15 minutos, ou menos, sem serem interrompidas, sendo que, em 57% dos casos, isso acontece por conta do uso da tecnologia.</p>
<p>Quanto aos principais motivos de distração, o telefone é citado como o maior responsável pelas paradas, citado por 28% dos entrevistados. Na sequência, com 23% das respostas, aparece o e-mail.</p>
<p>Outra questão que rouba a produtividade dos funcionários é a procura por documentos e informações online. Os profissionais gastam, em média, 30 minutos por dia – o equivalente a 16 dias por ano – com esse tipo de busca, segundo o levantamento.</p>
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